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Valtrossa: O Planeta dos Cristais Eternos.
06 de junho de 2026 Moadil Fernando 145 visualizações ~7 min de leitura

Valtrossa: O Planeta dos Cristais Eternos

Uma história de ficção sobre a primeira grande civilização da Galáxia Aurelionyx

Importante: O texto a seguir é uma obra de ficção criada para entretenimento. Todos os personagens, lugares, acontecimentos, espécies e civilizações descritos são inteiramente fictícios.

Prólogo

Muito antes de qualquer civilização da Terra imaginar a existência de vida além do Sistema Solar, muito antes da invenção dos telescópios ou das grandes missões espaciais, uma antiga civilização já florescia silenciosamente na imensa Galáxia Aurelionyx.

No centro dessa galáxia existia um planeta conhecido por todos os povos estelares como Valtrossa, considerado por muitos o mundo mais belo de todo o universo conhecido.

Não por possuir riquezas.

Nem pelo tamanho.

Mas porque ali nasceu uma civilização cuja maior força jamais foi a guerra, e sim o conhecimento.

A descoberta de Valtrossa

Segundo os antigos manuscritos cristalinos, Valtrossa surgiu há aproximadamente 12 bilhões de ciclos solares aurelianos.

Durante sua formação, milhões de cristais energéticos foram incorporados ao núcleo do planeta.

Esses cristais irradiavam uma energia desconhecida, chamada pelos habitantes de:

Energia Luméria.

Essa energia era responsável por praticamente toda a vida existente naquele mundo.

As árvores cresciam através dela.

Os oceanos brilhavam graças a ela.

Os animais eram alimentados por ela.

Até mesmo a atmosfera possuía partículas luminosas produzidas pela Luméria.

A aparência do planeta

Vista do espaço, Valtrossa parecia uma gigantesca joia azul-esmeralda.

Setenta por cento de sua superfície era composta por oceanos cristalinos.

Os continentes eram cercados por montanhas gigantescas feitas de minerais transparentes que refletiam a luz de cinco sóis distantes.

Durante a noite, não existia escuridão completa.

Os cristais espalhados pelo solo iluminavam naturalmente todo o planeta.

Nenhuma cidade precisava de eletricidade.

Nenhuma rua precisava de postes.

A própria natureza iluminava o caminho de seus habitantes.

O povo de Valtrossa

Os habitantes chamavam a si mesmos de:

Os Valtherianos

Jamais utilizaram a palavra "raça".

Eles acreditavam que todos eram partes diferentes da mesma consciência universal.

Os Valtherianos possuíam características bastante peculiares.

Sua pele apresentava tonalidades azul-prateadas.

Seus olhos brilhavam suavemente durante a noite.

Seus cabelos variavam entre branco cristalino, azul-claro e dourado.

Viviam, em média, cerca de 900 anos terrestres.

Envelheciam lentamente.

Quanto mais velhos, maior era o brilho emitido pelos seus olhos.

A sociedade

Em Valtrossa não existia dinheiro.

Jamais existiu.

Toda produção era compartilhada.

Cada cidadão aprendia desde pequeno que riqueza verdadeira era produzir algo útil para toda a comunidade.

Por isso ninguém acumulava bens.

Todos possuíam moradia.

Todos possuíam alimentação.

Todos possuíam educação.

Todos tinham acesso à saúde.

A desigualdade praticamente não existia.

As cidades

As cidades não eram construídas.

Elas eram cultivadas.

Sim.

Cultivadas.

Os arquitetos utilizavam sementes cristalinas capazes de crescer lentamente.

Durante aproximadamente cinquenta anos, essas sementes transformavam-se em edifícios gigantescos.

Cada prédio possuía vida própria.

Respirava.

Purificava o ar.

Produzia energia.

Controlava naturalmente a temperatura interna.

Nenhuma construção poluía o ambiente.

A alimentação

A culinária valtheriana era baseada em alimentos naturais.

As principais frutas eram:

• Lumaris

• Velthan

• Oryss

• Kaelon

• Mirath

Havia árvores capazes de produzir até vinte sabores diferentes simultaneamente.

Os oceanos forneciam algas extremamente nutritivas.

Existiam cogumelos cristalinos gigantes.

Os animais jamais eram caçados.

Toda alimentação era produzida pelas próprias florestas.

A educação

Toda criança iniciava seus estudos aos quatro ciclos de idade.

As disciplinas eram bastante diferentes das terrestres.

Aprendiam:

Astronomia.

Música.

Arquitetura viva.

Controle emocional.

Ciência energética.

Botânica universal.

Linguagem das estrelas.

História galáctica.

Ética.

Filosofia.

Arte cristalina.

Nenhuma criança recebia notas.

Os mestres avaliavam apenas o crescimento individual.

A saúde

As doenças eram extremamente raras.

Quando alguém adoecia, era levado aos Jardins Luminares.

Ali enormes árvores energéticas liberavam partículas luminosas capazes de estimular a recuperação natural do organismo.

Os médicos eram conhecidos como:

Guardiões da Vida.

Eles utilizavam cristais vivos, sons harmônicos e plantas medicinais.

Os animais

Valtrossa possuía milhares de espécies.

Entre elas:

Os Aerons.

Criaturas semelhantes a enormes aves transparentes.

Os Mirak.

Animais aquáticos gigantes extremamente dóceis.

Os Solvaris.

Felinos cristalinos com cerca de três metros de altura.

Os Elyns.

Pequenos animais capazes de emitir luz suficiente para iluminar uma floresta inteira.

A política

O planeta jamais teve reis.

Jamais teve imperadores.

Jamais teve ditadores.

Seu sistema político era conhecido como:

Conselho Supremo da Harmonia

Era formado por doze sábios.

Cada um representava uma região do planeta.

Nenhum deles podia permanecer no cargo por mais de cinquenta anos.

Todas as decisões importantes eram tomadas apenas após ouvir toda a população.

Antes de qualquer grande decisão, acontecia um enorme encontro chamado:

Assembleia das Mil Vozes.

Mil representantes escolhidos pelas comunidades reuniam-se para discutir cada proposta.

Somente após consenso quase absoluto uma nova lei era criada.

As profissões

Os habitantes escolhiam suas profissões conforme suas habilidades naturais.

Existiam:

Cultivadores de Cristais.

Guardiões dos Oceanos.

Construtores Vivos.

Astrônomos.

Curadores.

Pesquisadores Cósmicos.

Exploradores Estelares.

Músicos Harmônicos.

Jardineiros Planetários.

Historiadores Universais.

Cada profissão era considerada igualmente importante.

 

A espiritualidade

Os Valtherianos não possuíam religião.

Eles acreditavam na existência de uma Inteligência Criadora chamada:

A Grande Luz Primordial.

Segundo eles, toda vida surgia dessa luz.

Eles não construíam templos.

A natureza inteira era considerada sagrada.

 

A rotina diária

Ao nascer do primeiro sol, toda cidade despertava com músicas produzidas naturalmente pelos cristais espalhados pelas montanhas.

As famílias reuniam-se para compartilhar o primeiro alimento.

Depois cada cidadão seguia sua missão diária.

Ninguém trabalhava por obrigação.

Cada pessoa fazia aquilo que realmente amava.

No final da tarde, grandes praças reuniam músicos, artistas, cientistas e crianças.

As noites eram reservadas para histórias, observação das estrelas e celebrações comunitárias.

 

A ciência

Os cientistas de Valtrossa dominavam tecnologias impressionantes.

Construíram naves capazes de viajar entre estrelas.

Criaram jardins flutuantes.

Desenvolveram pontes de energia.

Edifícios vivos.

Cristais inteligentes.

Bibliotecas holográficas.

Mesmo assim, uma regra era absoluta.

Nenhuma descoberta poderia destruir a natureza.

 

A grande biblioteca

No centro do planeta existia a maior biblioteca da Galáxia Aurelionyx.

Chamava-se:

Arquivo Infinito de Elyonara.

Ali estavam registrados bilhões de anos de conhecimento.

Cada livro era um cristal.

Ao tocá-lo, o leitor vivenciava as memórias registradas.

Era como assistir aos acontecimentos em primeira pessoa.

 

As festas

A principal celebração chamava-se:

Festival da Primeira Luz.

Durante sete dias, todas as cidades apagavam qualquer iluminação artificial.

Somente a luz natural dos cristais iluminava o planeta.

Milhões de lanternas cristalinas eram lançadas ao céu.

Músicas ecoavam por montanhas inteiras.

Famílias reuniam-se para agradecer pela vida.

 

O maior ensinamento de Valtrossa

Toda criança aprendia uma frase gravada na entrada das escolas:

“Uma civilização não é medida pelo tamanho de seus edifícios, mas pela grandeza do coração de seu povo.”

Essa frase guiou gerações durante milhares de anos.

E foi ela que transformou Valtrossa em um símbolo de sabedoria para todos os povos da fictícia Galáxia Aurelionyx.

Assim, enquanto inúmeras civilizações se perdiam em guerras, disputas e ambições, Valtrossa permaneceu como um farol de conhecimento, cooperação e respeito à vida, inspirando viajantes estelares e alimentando lendas que atravessaram incontáveis eras. Diz-se que aqueles que contemplam seus cristais eternos jamais voltam a enxergar o universo da mesma maneira, pois compreendem que a verdadeira grandeza de um mundo não está em seu poder, mas na forma como seus habitantes escolhem viver uns com os outros.

 

MOADIL BRAZ PEREIRA FILHO (MOADIL FERNANDO)

Psicanalista Clínico • Doutor em Psicanálise Clínica • Psicoterapeuta • Escritor • Bacharel em Teologia • Mestre em Teologia • Doutor em Teologia • PhD em Teologia, com título de Cientista da Religião e Filósofo • Doutor Honoris Causa em Divindade • Doutor Honoris Causa em Teologia • Doutor Honoris Causa em Capelania Humanitária • Doutor Honoris Causa em Impacto Pastoral • Doutor Honoris Causa em Impacto Social e Missionário • Diploma Honorífico de Excelência Ministerial • Fitoterapeuta e Terapeuta em Biorressonância Magnética • Palestrante • Pastor Evangélico • Capelão Eclesiástico • Juiz de Paz Eclesiástico • Gestor em Segurança Pública • Massoterapeuta • Master em Programação Neurolinguística (PNL) • Hipnoterapeuta Clínico • Especialista em Auto-Hipnose • Ufólogo • •Pesquisador de Fenômenos Paranormais•

•Vice-Prefeito de Confresa-MT (25/28) •Presidente do FOVINA "Fórum dos Vice-Prefeitos do Norte Araguaia."•

Tags:
Valtrossa ficção história lenda

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